segunda-feira, 4 de março de 2013

Caso de Sucesso: O engenheiro que virou analista

Um amigo engenheiro eletrônico ficou desempregado aos 46 anos e se deparou com sérias dificuldades de recolocação profissional, tanto pela idade quanto pelo tamanho do mercado de trabalho em seu nicho de especialização, que é realmente pequeno e tende a diminuir.

Acostumado a receber salários razoavelmente altos, ele se sentiu desolado quando lhe propus uma vaga de operador de telemarketing, mas acabou aceitando a idéia. Afinal, ganhar pouco seria melhor do que continuar desempregado e, considerando a jornada diária de 6 horas, ele teria tempo de continuar procurando emprego em sua área de formação.

Em apenas seis meses ele foi promovido a supervisor de call center através de processo seletivo interno e se saiu muito bem na função, principalmente porque já tinha longos anos de experiência em gestão de equipes e projetos. Após doze meses como supervisor, ele participou de outro processo seletivo e se tornou analista de planejamento.

O salário do amigo ainda não é o mesmo de quando ele atuava como engenheiro, mas já é suficiente para restabelecer sua segurança financeira. E em breve ele poderá ganhar mais do que ganhava naquele período, pois participará de processo seletivo para gerente de projetos. Considerando seu desempenho e seu histórico profissional, ninguém na empresa tem dúvidas sobre sua ascensão.

Depois de conhecer as possibilidades de carreira e crescimento profissional em empresas de call center, o amigo desistiu de procurar emprego de engenheiro eletrônico e decidiu usar sua formação e sua experiência para vencer os desafios de liderança, gestão e estratégia que constituem o cotidiano deste setor de atividade. Isto pode ser bem diferente do que ele tinha planejado para a própria vida, mas não tem sido nada ruim.


Dica do Operador:
Quando uma porta se fecha, outra se abre. Caso não se abra, não fique parado.
Vá em frente, toque a campainha!
Eddie would go. ;)



2 comentários:

  1. O Melhor mesmo é nunca desistir. Quando uma porta se fecha, ainda sim tem esperança

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    1. Olá, Ygor!
      Obrigado pelo comentário. Desistir não costuma ser a melhor opção, exceto quando se desiste de algo ruim. O amigo que mencionei no texto ficou profundamente abalado quando se tornou operador de telemarketing. Afinal, a drástica redução de salário e até de prestígio não é fácil, mas o cara está se levantando de forma brilhante - justamente no setor em que ele menos apostava.

      Sucesso para todos nós.
      Saudações,
      Operador de Idéias.

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